Quem somos?
Fundado em 2010 e com sede no Rio de Janeiro, o grupo Bando de Palhaços é reconhecido por sua atuação e pesquisa continuada, unindo palhaçaria, teatro e música em projetos artísticos de excelência.
O grupo tem como característica o desenvolvimento do seu trabalho em diversas frentes, como a criação de espetáculos, a realização de cursos, oficinas, cortejos musicais, além de intervenções em empresas e em projetos sociais.
O Bando tem em seu repertório os espetáculos ADEUS, TERNURA., JOGO!, RIO DO SAMBA AO FUNK e NA BORDA DO MUNDO, além do Podcast Bando de Histórias.
Por quatro anos, o grupo foi parceiro da ONG Doutores da Alegria no projeto hospitalares, realizando cortejos musicais e apresentação de espetáculos em sete hospitais da Rede Estadual de Saúde. Foi parceiro também do projeto Ocupa Escola atuando como grupo residente do Casarão dos Prazeres e da EDI Heloísa Marinho.
Reconhecimento
Prêmio APCA 2017 à Fernando Escrich, pelos trabalhos voltados ao público infanto-juvenil, incluindo a direção geral e musical do "Rio do Samba ao Funk”;
Menção honrosa no prêmio Zilka Salaberry 2017, pelo trabalho de experimentação, atuação e pesquisa na linguagem do clown no espetáculo “Jogo!”;
Prêmio CBTIJ 2016 de Melhor Coletivo de Atores e indicação na categoria Preparação Corporal (João Ferreira), pelo espetáculo“Jogo!”;
Indicação de melhor espetáculo infanto-juvenil no prêmio APTR de 2022.
Equipe
O grupo Bando de palhaços é composto por sete atores-palhaços, todos graduados pela UNIRIO em Artes Cênicas, e ex-integrantes do programa universitário de extensão Enfermaria do Riso.
Lola- Ana Carolina Sauwen
Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO com pesquisa sobre a palhaçaria, foi uma das finalistas do Prêmio Multishow de Humor. Realizou o solo de comédia física Lola, La Fabulosa, dirigido por Sérgio Machado, vencedor do Prêmio Montagem Cênica 2011. Integra também o grupo Las Panamericanas. Atua como professora de teatro e palhaçaria, preparadora de elenco e diretora de atores. É a porta-estandarte do grupo.
Catarina - Camila Nhary
Atua no espetáculo Tom na Fazenda, dirigido por Rodrigo Portella, e foi indicada a melhor atriz coadjuvante em dois prêmios de teatro ( Botequim Cultural e Prêmio Cenym de teatro nacional). Já trabalhou com alguns diretores importantes no cenário teatral, como Paulo de Morais e Guilherme Leme. Também atua como figurinista, e é parceira da Cia de Teatro Manual, integrando o elenco do espetáculo Hominus Brasilis. É a pandeirista e sanfoneira do grupo.
Batatinha - Filipe Codeço
Artista transdisciplinar que exerce a profissão em múltiplas vertentes. Como ator já circulou com diversos espetáculos pelo Brasil e pelo exterior, tendo sido premiado em alguns festivais. Entre suas experiências recentes estão a direção do longa-metragem Estamos Vivos (2017), a atuação e co-criação do espetáculo Aos Pássaros (2017) e a coordenação dos projetos de ensino Novos Cinemas e A Arte da Palhaçaria (2016). Toca violão, guitarra e pandeiro.
Arlindo Ovelha- Matheus Lima
Cursou especialização na LISPA (Escola Internacional de Artes Cênicas de Londres), através da Bolsa Funarte 2010. É integrante da Cia de Teatro Manual e lá dirigiu e atua nas peças A Menina e a Árvore e Hominus Brasilis; foi indicado aos Prêmios Shell e Cesgranrio e representou o Brasil em festivais nos EUA, Argentina e China. É o protagonista da Série de Tv “Insônia” (Canal Brasil). É formado em Percussão Popular pela Escola de Música Villa Lobos/Rj e o cavaquinista do grupo.
Maricota - Mariana Fausto
Integra desde 2010 a Cia `Pequod, circulando com diversos espetáculos premiados, em âmbito nacional e internacional. No cinema atuou nos longas “Paixão e Virtude” (2014) e “Djalioh” (2011), ambos dirigidos por Ricardo Miranda, e “31 minutos”, de Pedro Peirano e Álvaro Diaz (Chile/Brasil,2007). É professora de teatro , e tem experiência como terapeuta teatral. É a flautista e saxofonista do grupo!
Tubias - Pablo Aguilar
Artista que desde 2010 também atua como mediador do Museu da Vida (Fiocruz) com atuações e criações que têm o eixo arte-ciência e saúde pública como norte. Com 17 anos de carreira, já participou de várias montagens profissionais na cidade do Rio além de participações em novelas, filmes e séries. Toca surdo, pandeiro e outros instrumentos de batuque.
Custódio - Tiago Quites
Participou durante sete anos do Grupo Teatro Xirê, que pesquisa a comunicação Estética através do movimento e da expressão corporal com o espetáculo Ciranda (dança-teatro para criança), apresentando-se pelo Brasil e exterior. Trabalhou como assistente de produção no projeto Platéias Hospitalares dos Doutores da Alegria, e é também professor de teatro. Toca tamborim, chocalho, kazoo e mais um pouco.